Pino Daeni - A time to rememberNeli Barboza – 26/01/2009
***No universo corporativo, o uso de palavras em inglês é cada vez mais comum. ***Expressões nesta língua foram incorporadas ao dia-a-dia das empresas, principalmente das multinacionais. Seja nos corredores, durante as reuniões ou até mesmo nos happy hours – uma das expressões do idioma inglês mais famosas no mundo dos negócios -, o inglês está presente em todos os ambientes empresariais.
***O motivo é simples: com a globalização, o idioma tornou-se praticamente requisito para uma carreira promissora e muitos profissionais, fazendo-se valer do status que a língua oferece, não conseguem concluir uma frase sem citar uma expressão da língua inglesa.
***O excesso desses termos, entretanto, pode gerar falhas na comunicação, já que quem não conhece o idioma pode não entender a mensagem do interlocutor. Isso, certamente, irá gerar insegurança no profissional, que, com receio de se sentir excluído do meio em que está inserido - no qual o inglês é fundamental - acaba por não perguntar o que o outro quis dizer.
***As expressões em inglês são mais aceitas – e até difundidas - em empresas multinacionais. No entanto, empresas nacionais também as usam cada vez mais. É importante que o profissional fique sempre atento ao uso excessivo destes termos. Não há motivo algum para se fazer um invite quando se pode fazer um convite ou fazer um approach quando se pode fazer uma abordagem. Nestes casos, a comunicação será muito mais assertiva se o profissional utilizar a palavra em português.
***Existem termos que já foram praticamente incorporados ao nosso idioma. O happy hour citado no início do texto é um exemplo disto; marketing é marketing e ponto. Não há o que discutir. Diariamente, também enviamos e-mails aos nossos contatos. O que está em discussão não é o uso isolado de expressões que são habituais ao meio corporativo, mas sim o exagero do emprego de expressões desconhecidas por quem não domina a língua.
***Obviamente, no mundo globalizado é importante que o profissional tenha amplos conhecimentos em inglês. Se o idioma for fluente, melhor ainda. As chances de se conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho são maiores do que as de um profissional que não o tenha. Porém, o profissional não deve usar a fluência na língua para tentar impressionar os outros. O inglês deve ser empregado em conversas ou reuniões para as quais seja preciso. No mais, o uso desnecessário pode comprometer uma comunicação eficiente e até sugerir que o profissional não tenha domínio suficiente sobre sua língua de origem.
*Neli Barboza, Gerente de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, é Psicóloga especializada em Recrutamento e Seleção e Planejamento de Carreira; cursa MBA em Gestão de Pessoas; é palestrante e articulista de jornais, revistas e sites.
***No universo corporativo, o uso de palavras em inglês é cada vez mais comum. ***Expressões nesta língua foram incorporadas ao dia-a-dia das empresas, principalmente das multinacionais. Seja nos corredores, durante as reuniões ou até mesmo nos happy hours – uma das expressões do idioma inglês mais famosas no mundo dos negócios -, o inglês está presente em todos os ambientes empresariais.
***O motivo é simples: com a globalização, o idioma tornou-se praticamente requisito para uma carreira promissora e muitos profissionais, fazendo-se valer do status que a língua oferece, não conseguem concluir uma frase sem citar uma expressão da língua inglesa.
***O excesso desses termos, entretanto, pode gerar falhas na comunicação, já que quem não conhece o idioma pode não entender a mensagem do interlocutor. Isso, certamente, irá gerar insegurança no profissional, que, com receio de se sentir excluído do meio em que está inserido - no qual o inglês é fundamental - acaba por não perguntar o que o outro quis dizer.
***As expressões em inglês são mais aceitas – e até difundidas - em empresas multinacionais. No entanto, empresas nacionais também as usam cada vez mais. É importante que o profissional fique sempre atento ao uso excessivo destes termos. Não há motivo algum para se fazer um invite quando se pode fazer um convite ou fazer um approach quando se pode fazer uma abordagem. Nestes casos, a comunicação será muito mais assertiva se o profissional utilizar a palavra em português.
***Existem termos que já foram praticamente incorporados ao nosso idioma. O happy hour citado no início do texto é um exemplo disto; marketing é marketing e ponto. Não há o que discutir. Diariamente, também enviamos e-mails aos nossos contatos. O que está em discussão não é o uso isolado de expressões que são habituais ao meio corporativo, mas sim o exagero do emprego de expressões desconhecidas por quem não domina a língua.
***Obviamente, no mundo globalizado é importante que o profissional tenha amplos conhecimentos em inglês. Se o idioma for fluente, melhor ainda. As chances de se conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho são maiores do que as de um profissional que não o tenha. Porém, o profissional não deve usar a fluência na língua para tentar impressionar os outros. O inglês deve ser empregado em conversas ou reuniões para as quais seja preciso. No mais, o uso desnecessário pode comprometer uma comunicação eficiente e até sugerir que o profissional não tenha domínio suficiente sobre sua língua de origem.
*Neli Barboza, Gerente de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, é Psicóloga especializada em Recrutamento e Seleção e Planejamento de Carreira; cursa MBA em Gestão de Pessoas; é palestrante e articulista de jornais, revistas e sites.
Nenhum comentário:
Postar um comentário