A
frase acima representa bem o Brasil atual. O país é moderado demasiado, ou
melhor, ele é lerdo, sem respostas, sem ação, sem resultados, sem soluções para
todos os problemas existentes. Não é um país rico, mas bem organizado e
governado, poderia ser, pelo menos 40% melhor do que isso que temos agora. Os
governos entram e saem e cansam-se de desgovernar e de, pessoal e
particularmente, se apropriar indevidamente dos bens públicos sem nada em troca
e absolutamente nada retribuírem às suas vitimas.
O
Brasil não pode ser mais moderado, aliás, coisa que nunca foi, mas tem que
fazer o sucesso surgir, aparecer, ressurgir ou simplesmente acontecer com o
excesso de tudo, a pressa de tudo, a vontade de tudo, a ânsia de ver algo
crescer com o trabalho, com a sensibilidade, com o brio de ver o seu povo
crescer e desenvolver em Educação, na Saúde, na Segurança, profissionalmente,
tanto industrial quanto comercial, de consertar a paralisação do transito tanto
nas cidades quanto nas estradas que as interligam de um modo geral, de ter
empregos, ou melhor, de todos estarem empregados e produzindo,
industrializando, comercializado e vendendo de modo geral. São Paulo, tanto
capital quanto estado falta pouco para andar para trás ou, ironicamente, dar a
ré.
Falar
mal de governos é um hábito tão antigo e, claramente, pode ser o partido que for
todos eles são pessimamente ruins. Voltando ao assunto tão atual e tão mal
conduzido, se todos tivessem uma educação adequada, estaríamos totalmente
melhor do que estamos. Mas, sempre temos um mas pela frente... Tudo o que qualquer
governo faz, pensa, tenta executar, mas não executa e até para olhar, tem uma
série de “mas”. Uma palavrinha “tão pequenina”, apenas três letrinhas, porém
atrapalha demasiado tudo o que poderia ser bem resolvido. O Brasil inteiro é
assim e Brasília é a matriz na fabricação de todos “esses mas” – digamos, os
males do Brasil...
--- Claudio Cursini --- 23 nov. 14
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